Ao perder-te a ti, tu e eu perdemos. Eu, porque tu eras o que eu mais amava. E tu, porque eu era o que te amava mais. Contudo, de nós dois, tu perdeste muito mais que eu. Porque eu poderei – quem sabe – amar outra pessoa como te amava a ti. Mas a ti, com certeza, não te amarão como te amava eu.
Ernesto Cardenal

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